A africanidade da nossa música

Esta edição tecla na ancestral arte que bate nossos tantans para os alicerces da MPB, refundados pelos modernistas

Redação (Rádio MEC) 11/02/14 22:39 - Atualizado em 11/02/14 22:51

O trio Metá Metá, que aparece nesta edição com a faixa "Obá Iná" (Divulgação)

O Bossamoderna mergulha na africanidade presente na música brasileira. Tárik de Souza tecla na ancestral arte que bate nossos tantans para os alicerces da MPB, refundados pelos modernistas. Como João Bosco em suas composições "Da África à Sapucaí" e "Odilê Odilá", que ele recria no disco do violinista francês radicado aqui Nicolas Krassik.

O violonista Gabriel Improta celebra um dos mestres de seu instrumento em "Afro-samba para Baden". O alagoano Djavan embarca para "Luanda" e o compositor paulista Rafael Altério celebra a "África Mãe", além de saudar o "Camarada de Ogã". A carioca Gabi Buarque pede "Benção, Nanã", a baiana Mariene de Castro entoa o "Ponto de Nanã" e a também carioca Antonia Adnet revisita o megaclássico "Nanã", de Moacir Santos, apenas em vocalise.

Um dos mentores do grupo carioca Eletrosamba, Aleh festeja o "Herói Nagô", enquanto o paulista Metá Metá exalta "Obá Iná". A mineira Déa Trancoso, em seu disco Serendipity, entoa o mantra "Obikawa", que significa "o dono do canto" em idioma africano. E João Bosco volta para fechar o cortejo com seu "Jimbo no jazz", emparceirado com Nei Lopes.

 
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Bossamoderna
Afro

Apresentado na RCB em 19 de janeiro de 2014
Apresentação: Tárik de Souza
Produção: Rádio MEC - Rio de Janeiro

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