Felipe Cordeiro: brega e cult

Nesta entrevista a Jai Mahal, o músico falou sobre sua carreira, influências e seu terceiro disco, 'Se Apaixone pela loucura de seu amor'

Matheus Heck 17/01/14 18:00 - Atualizado em 13/03/14 20:51

O paraense Felipe Cordeiro fez um balanço de sua carreira em entrevista ao Bamba Jam (Divulgação)

O Bamba Jam recebeu, no último dia 13 de novembro, o cantor e compositor belenense Felipe Cordeiro. Jai Mahal conversou com o músico sobre seu terceiro disco, Se Apaixone pela loucura de seu amor (2013).

Após lançar Banquete em 2009, o segundo álbum Kitsch Pop Cult (2011) - primeiro disco com Cordeiro nos vocais -, traz referências que vão desde a vanguarda de Itamar Assumpção, Arrigo Barnabé e Luiz Tatit, passando pelo flash brega, pelo carimbó e a lambada de mestre Pinduca e Alípio Martins, até o atual eletromelody das aparelhagens paraenses.

Sobrinho de músicos e filho do produtor Manoel Cordeiro, Felipe entrou aos 11 anos na Escola de Música da Universidade Federal do Pará para estudar piano, teoria musical e Bandolim. Com 15 anos, já participava de festivais mostrando suas primeiras composições. Licenciado e Bacherel em Filosofia, o artista conta também como assumiu o papel de cantor em seus discos nesta entrevista a Jai Mahal.

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