Höröyá

A conexão musical afro-brasileira

04/06/19 15:47 - Atualizado em 04/06/19 15:49

Höröyá (Divulgação)

Sob as ideias do músico de São Paulo André Piruka, Höröyá  reune um coletivo de músicos africanos e brasileiros para chegar a uma sonoridade sólida. É o encontro da chamada cultura mandeng com informações do candomblé. O bloco de países representados no disco Pan Bras"Afree"ke é formado por Guiné Conacri, Mali, Senegal e Burkina Fasso.

 

A música do grupo nasce na percussão. A sonoridade, que faz uma interação criativa entre África e Brasil, contempla instrumentos tradicionais africanos, como ngoni, dunun, djembe, balafon, krin, sabar e tama, que soam em conjunto com atabaques, berimbaus, cuícas, guitarras, saxofones, trombones, trompetes e baixo.

 

O grupo foi apadrinhado por Famoudou Konaté (Famoudou é universalmente respeitado como um dos maiores bateristas de djembê do mundo), que aos 79 anos participa, pela primeira vez, de um disco de outro artista.

 

Esse ano o grupo lança seu terceiro disco “Pan Bras’Afree’Ke vol.2” que tem um repertório inspirado nas vertentes afro-brasileiras onde o samba se mistura aos toques de candomblé, ao afrobeat da Nigéria e a musicalidade afro norte-americana, como o funk e o jazz.

 

Segundo o instrumentista, o nome do disco "Pan Bras"Afree"Ke " é uma brincadeira com as palavras e significa algo como "antigas, novas e possíveis tradições".

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