Capoeira e berimbau

Musicas que simbolizam a luta marcial afro-brasileira que ganhou o mundo marcada pelo berimbau

Eduardo Weber 04/01/18 11:19 - Atualizado em 04/01/18 11:21

capoeira e berimbau

O programa começa com a composição “Berimbau”, homônima de Baden Powell e Vinicius de Moraes, em registro da cantora paulistana Maysa, com a orquestra do Festival Internacional da Canção, em 1966. Já Gilberto Gil apresenta “Parabolicamará”, em faixa título do disco de Gilberto Gil, de 1992.

 

O Bossamoderna destaca também Moraes Moreira e Davi Moraes, que apresentam “Bossa e capoeira”, na surpreendente composição do Baiano Oscar da Penha, o Batatinha, que viveu entre 1924 e 1997. A faixa faz parte do disco “Nossa parceria”, de 2015. Do mesmo repertório é outra fusão, “Frevo capoeira”, de Moraes Moreira ao violão e na voz e Davi Moraes, nas guitarras.

 

Esta edição apresenta a mineira Janaína Moreno com a faixa “Capoeira coração”, de Paulo Cesar Pinheiro e Sombra, em faixa do disco “Festeira”, de Janaína Moreno, de 2014. Em nova parceria de Paulo Cesar, desta vez, com a mulher, a cavaquinista Luciana Rabello, surge a obra “Canto guerreiro”. Nesta edição, o programa destaca o registro do disco “Candeia branca”, de 2014.

 

O Bossamoderna apresenta também outra parceria de Paulo Cesar Pinheiro, desta vez com Pedro Amorim, em faixa do recém-lançado disco da dupla “Voz nagô - Afro sambas”. A obra em destaque é “Brigador” na voz e violão de Pedro Amorim. Outra faixa do mesmo disco é “Batizado”, que foi composta pela mesma dupla.

 

Paulo Cesar Pinheiro fez parceria com outro grande nome da música, Théo de Barros. O programa presenta da dupla “Camaradinho”, na voz de Alice Passos, em faixa do disco “Tatanaguê”, de Théo de Barros. A mesma dupla escreveu “Cavalo de Oxossi”, cantada pelo paulista Renato Braz, que faz parte do disco Tatanaguê, de 2017.

 

A paulistana Ully Costa revisitou a obra “Capoeira de Oxalá”, do carioca Luis Carlos Sá, do célebre trio Sá, Rodrix & Guarabyra, que foi lançada em 1966 pelas cantoras Leny Andrade e Rosa Maria Colyn, em faixa do disco “Quem sou eu”. Do mesmo repertório é “Festa do rei nagô”, de Jairo Cechin, com participação de KL Jay, do grupo Racionais MC’s.

 

Esta edição do Bossamoderna destaca também a “Hora de lutar”, em faixa título do disco de Geraldo Vandré de 1965. O programa apresenta também a gaúcha radicada em São Paulo Mirianês Zabot com a obra “Berimbau sabiá”, de Otávio Segala, em faixa do disco de Mirianês, “Mosaico foto-prosaico”, de 2011, com solo de piano de Marinho Boffa. E quem encerra a capoeira e berimbau do Bossamoderna é o carioca Jorge Ben, com “Vamos embora uau”, em faixa do disco “Sacundin Ben samba”, de 1964.

 

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Bossamoderna
PGM 361
Domingo, 19 de novembro de 2017, às 15 horas.
Programa de Tárik de Souza
Produção: Rádio MEC – Rio de Janeiro

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