Ecologia

A natureza apresentada em melodia e versos do Oiapoque ao Chuí

Eduardo Weber 04/01/18 11:27 - Atualizado em 04/01/18 11:29

Ecologia

Esta edição começa com Tom Jobim, que já exaltava a natureza de todas as formas. O programa apresenta a obra “Borzeguin”, de Tom, seguido por composição de 1981, recriada por Mônica Salmaso e Mario Adnet, em faixa do disco “Amazônia – na trilha da floresta”, de Mário Adnet, de 2012.

 

A paraense Leila Pinheiro também faz coro ao ecológico Tom Jobim com a obra: “Sempre verde”, lançada em inglês com o título “Forever green”, em 1994. A tradução é de Daniel, neto de Tom e filho de Paulo Jobim.

 

O programa apresenta também a obra de João do Vale, que mostra a sua sabedoria empírica em “Ouricuri – segredos do sertanejo”, parceria com José Candido. O Bossamoderna destaca na voz de Roberta Nistra, em faixa do disco que levou o nome da cantora em 2011.

 

Esta edição conta também com o carioca Luis Carlos Sá e com o baiano Gutenberg Nery Guarabira, na faixa “Sobradinho”, lançada em 1977. O Bossamoderna apresenta a composição da dupla, na releitura energética de Daúde, de seu disco “Código”, de 2013.

 

Celso Adolfo também faz parte do repertório desta edição. A música em destaque é “Dia da terra”, em faixa de seu disco “Anjo torto”, de 1990. A obra “Caminho do bem” é o manifesto ecológico de Ângela Ro Ro, em seu disco infantil “Bichos esquisitos”. Já o maranhense Zeca Baleiro, transmite às crianças uma bem-humorada lição ecológica em “Pula canguru”, parceria com Tata Fernandes, com participação de MC Gaspar.

 

O Bossamoderna apresenta também a obra do capixaba Zé Renato em parceria com o compositor Ivan Santos, que questiona: “Água pra que?”, em faixa do disco “Breves minutos”, de 2015. Lenine também pergunta: “Quede água?”, em faixa do disco “Carbono”, de Lenine, de 2015.

 

O programa destaca a obra de Alberto Salgado, “Cabaça d’água”, em parceria com o músico Werner Schelle, em faixa título do disco de Alberto Salgado, lançado em 2017. Já o gaúcho Antonio Villeroy, apresenta a mesma reinvindicação com a música “O peixe quer água”. Seu conterrâneo de Porto Alegre, Raul Boeira apresenta ironia na bossa “Meu rio”, em faixa do disco “Cada qual com seu espanto”, de 2017.

 

Esta edição apresenta também a obra “Tá”. Parceria de Roberta Sá e Carlos Rennó com o carioca Pedro Luís, em faixa do disco “Tempo de menino”, de Pedro Luís, produzido em 2011. Encerramos com mais uma obra de Leila Pinheiro, em faixa de seu disco apropriadamente intitulado “Raiz”, de 2011. A obra “Nosso ar” conta com composição de Zeneida Lima e tem participação da cacique da etnia Baré, Maria de Souza Tavares.

 

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Bossamoderna
PGM 363
Domingo, 03 de dezembro de 2017, às 15 horas.
Programa de Tárik de Souza
Produção: Rádio MEC – Rio de Janeiro

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