Janela dos Novos 57

Bossamoderna vem com sua Janela dos Novos, focalizando discos recém-lançados de alta qualidade musical.

05/05/16 18:28 - Atualizado em 05/05/16 18:30

Janela dos Novos 57

Bossamoderna vem com sua Janela dos Novos, focalizando discos recém-lançados de alta qualidade musical. Como “Tropix”, da cantora e compositora paulistana Céu. “Perfume do invisível” é uma das faixas. Dele também é “Arrastar-te-ei”, outra composição dela.

Igualmente doce é a voz da cantora carioca radicada em São Paulo Alaíde Costa, que gravou em duo com o cantor e compositor pernambucano Gonzaga Leal, o CD “Porcelana”. Os dois dividem “Bem-me-quer”, de Consuelo de Paula, Rubens Nogueira e Luiz Salgado. Já o “Frevo do contra êxodo”, de João Cavalcanti, é cantado apenas por Gonzaga.

Grupo instrumental formado durante a remontagem de “Clara Crocodilo”, ópera vanguardista de Arrigo Barnabé, o Quartabê, em seu primeiro trabalho solo, celebra a obra do genial maestro, compositor e professor pernambucano Moacir Santos. “Oduduá” abre o CD “Lição número 1 - Moacir”. E segue com outra composição do maestro homenageado, ”Coisa no. 3”.

Músico gaúcho que formou o requintado grupo de jazz Delicatessen, Carlos Badia faz duplo lançamento solo intitulado “Zeros”, com um CD instrumental acoplado a outro de canções, onde ele sincopa “Este danado de samba”. Na face instrumental, ele encordoa “Carioca”, outra composição de sua autoria.

Personalidade singular da nova geração da música carioca, lançada pelo grupo Tono, de seu marido Bem Gil, Ana Claudia Lomelino estreia solo no assimétrico CD “Mãe Ana”. Ela canta “Não sei amar”, de Caetano Veloso e “Bem feito”, de Adriana Calcanhotto.

O compositor, cantor e músico mineiro Affonsinho também de sintaxe musical peculiar, lança disco novo, “Lá de um lugar”. Que abre com “No carinho”, composição dele. E tem ainda “Música e letra”, também de sua autoria.

De raízes mineiras, filha do escritor Fernando Sabino, a carioca Verônica Sabino revisita um repertório tipicamente bossamodernista em seu novo solo “Esse meu olhar”. E acopla duas pérolas reluzentes de Tom Jobim, de nítidas vizinhanças harmônicas, “Este seu olhar” e “Só em teus braços”, em duo com o bossanovista Roberto Menescal.

E com “Adeus América”, de Haroldo Barbosa e Geraldo Jacques, lançada pelos Cariocas em 1948, também na voz de Verônica, este Bossamoderna se despede.  

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