Um programa de Tárik de Souza

Da redação 14/02/13 14:42 - Atualizado em 16/08/13 22:52

O repertório do Bossamoderna parte da bossa nova, que na década de 1950 instaurou procedimentos de vanguarda na MPB, e segue a trilha dos inovadores seguintes. O samba jazz, o sambalanço, a toada moderna, o tropicalismo, a vanguarda paulista, o mangue beat e mesmo criadores avulsos não catalogados em movimentos, todos terão espaço no programa.

Para tornar (ainda) mais agradável este percurso, o Bossamoderna, desde seu início, é temático. Pode abordar desde perfis de autores, como Tom Jobim, Johnny Alf, Jorge Ben, que contribuíram para as transformações da MPB, ou mesmo criadores anteriores que tiveram releituras repaginadoras como Noel Rosa, Dorival Caymmi e Ary Barroso. Também entram temas aleatórios como “ecologia”, “céu”, “espaço”, “incompatibilidade de gênios”, “conselho”, “cotidiano”, gêneros musicais reprocessados (baião, samba, valsa, choro, maracatu), instrumentos solistas (flauta, sax, piano, bateria) e os próprios movimentos musicais já enumerados.

A cada quatro ou cinco programas, abrimos uma Janela dos Novos, com uma seleção de discos recém-lançados de alta qualidade musical. Por ela, não apenas mostramos as novidades aos ouvintes, como ainda incorporamos esta produção recente à corrente principal do Bossamoderna. A ideia é a permanente busca do inesperado (também adicionamos gravações raras e cultivamos pérolas obscuras) sempre a serviço da grande arte que este país produz desde os tempos das modinhas, e cuja linha evolutiva nunca estanca seu curso.

Ficha:

Sábado, às 15h
Apresentação: Tarik de Souza

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