Desde que o samba é Samba - 10

Este é o décimo programa da série e o destaque de hoje são as composições ligadas às escolas de samba

07/07/17 14:30 - Atualizado em 07/07/17 14:43

Velha Guarda da Mangueira

A partir dos anos 1960, os sambas compostos especialmente para o carnaval deixam praticamente de existir e os sambas enredo das escolas e seus compositores passam a ser destaque. Neste sentido, também, os sambas enredo deixaram aos poucos o âmbito das escolas e dos desfiles e vários deles se tornaram sucessos na voz de cantores que não estavam necessariamente ligados às escolas.

 

Entre os compositores presentes no repertório estão: Monarco, Herivelto Martins, Silas de Oliveira, Dona Ivone Lara, Paulinho da Viola, Cartola, Mestrinho e Manacéia.

 

Repertório:

Monarco – Passado de Glória, com Paulinho da Viola;

Herivelto Martins – Saudosa Mangueira, com Clementina de Jesus;

Silas de Oliveira – Aquarela Brasileira, com Martinho da Vila;

Silas de Oliveira, Bacalhau e Dona Ivone Lara – Os cinco bailes da História do Rio, com Caetano Veloso;

Paulinho da Viola – Foi um Rio que passou em minha vida, com Paulinho da Viola;

Zuzuca – Festa para um rei negro, com Clara Nunes;

Wilson Diabo, Heitor Rocha e Maneco – Alô... Alô... Taí Carmen Miranda, com Elis Regina;

Cabana e Norival Reis – Ilu Ayê, a Terra da Vida, com Monica Salmaso e Marcos Suzano, na percussão;

Luiz Reis – Salve a Mocidade, com Elza Soares;

Cartola – Sala de recepção, com Cartola e Creuza;

Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro – Portela na Avenida, com Clara Nunes;

Didi e Mestrinho – É hoje, com Caetano Veloso;

Beto sem Braço e Aloísio Machado – Bum bum Paticumbum Prugurundum, com Quinzinho;

João Sérgio – O Amanhã, com Simone;

Monarco – Portela desde que nasci, com Monarco;

Manacéia – Quantas Lágrimas, com Teresa Cristina.

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