Angra

Power metal com pitadas de música étnica brasileira

Eduardo Weber 17/12/19 13:31 - Atualizado em 17/12/19 13:35

Banda Angra (Divulgação)

O rock não vive somente de três acordes. Tem pessoal com formação sólida que resolveu optar por um estilo de música pouco comum nas academias. Esses músicos geralmente se destacam no chamado rock progressivo. No caso da banda Angra a opção foi pelo power metal, que segundo a Wiki significa “um subgênero do heavy metal que combina características do metal tradicional com speed metal, muitas vezes com forte influência da música clássica”.

 

A banda Angra foi formada em São Paulo no ano de 1991 por egressos da Faculdade Santa Marcelina: o vocalista e multi-instrumentista André Matos e pelos guitarristas Rafael Bittencourt e André Linhares, que contaram também com mais dois músicos: Luís Mariutti (baixo) e Marco Antunes (bateria).

 

Como outros grupos de rock do cenário mundial, Angra optou com cantar em inglês. Isso fez com que o quinteto vendesse mais de cinco milhões de discos no mundo, mas com uma particularidade: a ideia do grupo sempre foi a de fundir a agressividade do metal, com ritmos brasileiros e elementos da música erudita.

 

O Estúdio F apresenta a trajetória do Angra que passou por várias formações até os dias de hoje. Apresenta registros de quase todos os discos do grupo, incluindo os álbuns “Angels Cry”, “Holy Land”, “Fireworks”, “Rebirth”, “Temple of Shadows”, “Secret Garden”, “Aqua” e “Omni”, projeto de 2018.

 

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Estúdio F – momentos musicais da Funarte

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Angra

Quarta-feira, 18 de dezembro de 2019, às 9 e às 17 horas.

Apresentação: Pedro Paulo Malta

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