Azymuth

O samba doido mais conhecido lá fora do que no Brasil

Eduardo Weber 06/01/20 14:53 - Atualizado em 07/01/20 09:10

Azymuth (Divulgação)

A história do trio formado pelo teclado e arranjos de José Roberto Betrami, pelo contrabaixo de Alex Malheiros e pelas baquetas de Ivan Conti, o baterista Mamão, começa no fim dos anos de 1960. Músicos de estúdio eles surgiram oficialmente em 1973 com Azymuth na trilha sonora do documentário assinado por Roberto Farias e Hector Babenco “O fabuloso Fittipaldi”.

 

Os seus integrantes diziam que o som do trio era “samba doido”, uma espécie de jazz fusion à brasileira. Fundamentalmente o Azymuth é um grupo instrumental que teve muito mais repercussão no exterior do que aqui no Brasil, assinando contratos com gravadoras dos Estados Unidos e da Europa, muito em particular na época do Acid Jazz.

 

O Estúdio F ao apresentar o trio, traz também sucessos do conjunto em trilhas de novelas, como no caso de “Linha do horizonte” (Cuca Legal); “Melô da cuíca” (Pecado Capital); e “Voo sobre o horizonte” (Loco-motivas).

 

Com o falecimento de José Roberto Betrami em 2012, Fernando Moraes atualmente é o tecladista. O repertório do programa apresenta gravações realizadas no Brasil, Estados Unidos e Inglaterra, entre elas “Fittipaldi Show”, “Estreito de Tarumã”, “Club Marocco”, “Valsa de uma cidade”, “Vila Mariana à Tarde” incluindo registros de 1973 a 2019. O mais recente é do álbum Demos, lançado em maio do ano passado, que reúne os primeiros registros do Azymuth e nunca lançados. No repertório está “Castelo - versão 1”.

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  Estúdio F – momentos musicais da Funarte

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Azymuth

Quarta-feira, 08 de janeiro de 2020, às 9 e às 17 horas.

Apresentação: Pedro Paulo Malta

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