Canhoto da Paraíba

Violão tocado pelo avesso

Eduardo Weber 21/05/19 12:58 - Atualizado em 21/05/19 13:00

Canhoto da Paraíba (Divulgação)

Francisco Soares de Araújo nasceu em família numerosa no interior da Paraíba, no dia 09 de março de 1926. O seu nome artístico, Canhoto da Paraíba, nasceu do fato dele ser canhoto e não inverter as cordas do violão para tocar o instrumento, o que deu ao músico um toque todo especial, que se tornou sua marca registrada.

 

Canhoto da Paraíba começou sua carreira na Rádio Clube de Pernambuco onde ficou de 1948 a 1958, ano que veio para o Rio de Janeiro. Seu primeiro disco foi gravado em 1968 ao lado do também violonista Henrique Annes.

 

Compositor e líder de regional, Canhoto da Paraíba atuou ao lado de grandes músicos, como Paulinho da Viola (grande admirador de seu trabalho), Jacob do Bandolim e Zimbo Trio. Ele também foi homenageado por nomes importantes do nosso violão de diferentes épocas, como Fernando Caneca, Marco Pereira, Toquinho e pelo Trio de Câmera Brasileiro, formado por Caio César (violão), Alessandro Valente (cavaquinho) e Pedro Amorim (Bandolim).

 

Neste Estúdio F, oportunidade rara para ouvir Canhoto da Paraíba em “Único Amor” e “Apanhado em Lágrimas”, faixas de seu primeiro LP, registros ao vivo do Projeto Pixinguinha (“Escadaria”), com Rafael Rabello (“Memórias do Sebastião Malta”) e músicas de sua própria autoria, entre elas “Choro na Madrugada” e “Pisando em Brasa”.

 

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Estúdio F – momentos musicais da Funarte

403

Canhoto da Paraíba

Quarta-feira, 22 de maio de 2019, às 9 e às 21 horas.

Domingo, 16 de maio de 2019, às 15 horas.

Apresentação: Pedro Paulo Malta

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