Helena Meirelles

“Eu só queria ser eu. Eu sou dona do meu nariz e da minha direção."

Eduardo Weber 11/12/18 12:16 - Atualizado em 11/12/18 12:17

Helena Meirelles (Divulgação)

Do pantanal para o reconhecimento internacional. Com exceção do programa Viola, minha Viola, da TV Cultura, a violeira Helena Meirelles só conseguiu espaço em nosso país depois que sua música foi reconhecida pela revista norte-americana Guitar Player, a mais importante publicação sobre violão no mundo, que a considerou como uma das 100 maiores instrumentistas do mundo.

 

A história da violeira é conhecida. Autodidata, tocou em bordéis do Mato Grosso do Sul por muitos anos. O reconhecimento do grande público só ocorreu quando ela chegava aos 70 anos de idade. A partir de 1994, gravou quatro discos, excursionou pelo Brasil divulgando uma música com forte influência da cultura pantaneira e paraguaia.

 

O Estúdio F,ao contar a história de Helena Meirelles,apresenta o seu som original, que ela mesmo dizia que não saia das cordas do violão, e sim de sua palheta, que ela mesmo confeccionada do chifre de boi.

 

Temas de domínio público como “Guacho”, “Araponga”, “Flor de Guavira” e “Tropeiro” além de obras de sua autoria, como “Flor Pantaneira”, “Fim do baile” e “Samba Zé” estão no repertório desta edição, que traz também depoimentos da artista e registro do encontro de Helena Meirelles com Sérgio Reis (“Guiomar”, de Haroldo Lobo e Wilson Batista).

 

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Estúdio F – momentos musicais da Funarte
380
Helena Meirelles
Quarta-feira, 12 de dezembro de 2018, às 9 e às 21 horas.
Domingo, 16 de dezembro, às 15 horas.
Apresentação: Pedro Paulo Malta

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