O samba da Bahia de Roque Ferreira

No Estúdio F a cultura negra do recôncavo baiano por um de seus ilustres representantes: Roque Ferreira.

Eduardo Weber 08/03/17 15:11 - Atualizado em 08/03/17 15:17

Roque Ferreira (Reprodução)

No dia 12 de março Roque Ferreira comemora 70 anos. Nascido e criado no recôncavo baiano, em Nazaré das Farinhas, ele é outro ilustre representante da região a brilhar no caminho da música, em especial nas rodas de samba.

As tradições religiosas afro-brasileiras e o ritmo do samba-de-roda estão presentes em praticamente toda a obra desse escritor, publicitário, letrista, cantor e compositor que foi gravado pela primeira vez em 1979 por Clara Nunes (“Apenas um adeus”, feita com Edil Pacheco).

O Estúdio F revela em Roque Ferreira um trabalho impregnado de misticismo, religiosidade e traços culturais de sua Bahia, como no popurri com obras de sua parceira com Paulo César Pinheiro (“Cortejo” / “Auto de fé” / “Baticum de samba” / “Ogum de ronda”), que o próprio autor interpreta.

No programa, destaque para as cantoras Clara Nunes, Maria Bethânia, Clécia Queiroz e Roberta Sá que renderam homenagens ao compositor de “Chita fina”, “Samba de dois-dois”, “Água de minha sede”, “Sucupira”, “Foguete”, “Coração Valente” e “Doce”, todas apresentadas nesta edição, com registros do próprio Roque Ferreira e também de Paulo César Pinheiro, Martinho da Vila, Dudu Nobre e Zeca Pagodinho.
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Estúdio F – momentos musicais da Funarte
Roque Ferreira
Quarta-feira, 08 de março 2017, às 9 e às 21 horas.
Domingo, 12 de março 2017, às 13 horas.
Apresentação: Paulo César Soares.
 

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