Xangô da Mangueira

10 anos sem a voz ancestral do samba

02/01/19 16:26 - Atualizado em 02/01/19 16:30

 

Rei do partido alto, diretor de harmonia, o samba em pessoa, grande baluarte do carnaval e da música brasileira. Na sua voz ancestral, estão as raízes não só do próprio samba, como também da escola-com-nome-de-árvore que faz parte do seu nome: Xangô da Mangueira.

 

Com esse texto, Pedro Paulo Malta abre o especial que retrata um dos nomes mais importantes do samba carioca, que passou pelas escolas Unidos de Rocha Miranda e Portela até ficar em Mangueira, onde foi diretor de harmonia, puxador de samba no carnaval e integrante da ala de compositores.

 

Nascido em 23 de janeiro de 1923, Olivério Ferreira teve infância no meio rural da baixada fluminense. O convívio no campo lhe proporcionou inspiração para sambas como “Mora na Roça”, uma de suas obras mais conhecidas.

 

Neste especial, gravações de Roberto Ribeiro, Martinho da Vila e de Clara Nunes, além de números com o próprio homenageado, entre elas “O samba nasceu no morro”, “Exaltação à Mangueira” (gravação exclusiva do acervo Funarte com Clementina de Jesus) e “Morreu o diretor de harmonia”.

 

Xangô da Mangueira faleceu há 10 anos, em 07 de janeiro de 2009, pouco antes de completar 86 anos.

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Estúdio F – momentos musicais da Funarte
383
Xangô da Mangueira
Quarta-feira, 02 de janeiro de 2019, às 9 e às 21 horas.
Domingo, 06 de janeiro de 2019, às 15 horas.
Apresentação: Pedro Paulo Malta

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