Três documentários: Capão, felicidade e arte corporal

Três documentários sonoros: Eu vim viver no Capão (Crítica e alternativa à felizcidade); Antes tarde do que nunca, e O corpo fala: reflexo do pensar.

Eduardo Weber 08/11/09 00:00 - Atualizado em 08/11/09 00:00

O documentário é um dos formatos do jornalismo em rádio que praticamente desapareceu dos grandes veículos. Porém, continua sendo realizado freqüentemente nos principais cursos de jornalismo e de rádio e TV do país.

O Programa do Estudante selecionou três documentários realizados por alunos da Universidade de Brasília, Universidade São Judas Tadeu e Faculdade Cásper Líbero.



Eu vim viver no Capão (Crítica e alternativa à felizcidade) (UnB) – Brasília (DF)
Realizado pelo estudante de jornalismo Júlio de Souza Reis Júnior, documentário focaliza as motivações e histórias que levaram ex-moradores de grandes cidades irem viver no vale do Capão, distrito do município de Palheiras, na Chapada da Diamantina, interior da Bahia.

Antes tarde do que nunca  (Universidade São Judas Tadeu) – São Paulo (SP)
Cinco alunas de Rádio e TV realizaram esse documentário tendo como motivo o ditado popular “antes tarde do que nunca”. O projeto aborda duas interpretações sobre o ditado com depoimentos de pessoas que se atrasam com freqüência e outras que retomaram ou iniciaram algo que não fizeram no passado.

O corpo fala: reflexo do pensar (Faculdade Cásper Líbero) – São Paulo (SP)
Documentário desviante de cinco alunos do curso de Rádio e TV. Aborda o corpo como mídia primária e suas possibilidades na arte. Conta com depoimentos de professores e tem como linha dorsal o poema de Karla Bardanza.

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