Jack Neo Sons, Dante Ozzetti e Cimi.

Solano Ribeiro traz experiências musicais e ritmos pouco conhecidos deste imenso em leituras urbanas.

Eduardo Weber 29/08/16 15:11 - Atualizado em 29/08/16 15:14

Jack Neo Sons, Dante Ozzetti e Cimi. (Reproduções )

Solano Ribeiro pergunta: “Como definir Jack Neo Sons?” Ele mesmo responde: “Difícil, pois não consegui nenhuma referência muita clara na internet. Mas os sons de Neo Sons chamam atenção daqueles que não tem medo da dúvida.” “Dúvida”, “Cotidiano” e “4 Paredes”, faixa título de seu disco, estão no repertório que não passa despercebido.

Dante Ozzetti conheceu o universo musical amazônico pela cantora amapaense Patrícia Bastos. Nasceu ali o projeto do disco “Amazônia órbita”. Trabalho que vai além de simples reprodução de ritmos da região, como lundu indígena, marambiré, marabaixo e samba de cacete, tocado nas manifestações culturais das comunidades quilombolas do Rio Tocantins. Vale conferir “Mazagão velho”, “Verão do meio do mundo” e “Kaseno nena”.

Uma cantora é apresentada pelo jornalista Xico Sá. Ele diz que “em busca da delicadeza perdida dos dias de hoje, ela nos traz a crônica musical que nos invade por todos os sentidos.” Ela é Cimi e lança o CD “Um sim”, com temas que ela divide a autoria com Lucas Vasconcelos: “Mil nãos, um sim” e “Ouça bem”.

E ainda tem músicas dos melhores dos 10 anos do programa que toca de tudo um pouco e um pouco de tudo.

 

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