Medulla, Vitoru Kinjo, Lima Júnior e Filipe Catto

Você está com aqueles que enxergam a nova música do Brasil de diversas maneiras

Eduardo Weber 20/09/18 12:59 - Atualizado em 20/09/18 13:00

Medulla, Vitoru Kinjo, Lima Júnior e Filipe Catto (Divulgação)

Medulla é uma banda carioca de rock formada em 2005. Suas músicas falam de temas habituais numa filosofia musical que atinge vários públicos na exploração de discursos e conteúdos tirados de fatos do cotidiano popular. Som pesado, de autoria dos integrantes: Keops, Raony, Dudu Valle, Tuti AC, Pedro Ramos, Rodrigo Maia de Jesus e Alex Vinícius. No programa tem “Lado Z”, “Abraço”, “Deus”, “70x7” e “Faça você mesmo”, com participação de Marcelo D2 no CD “Deus e o Átomo”

 

Vitoru Kinjo é compositor, músico e pesquisador nipo-brasileiro. O disco que leva seu sobrenome, “Kinjo”, foi concebido em residência rural de pesquisa, reflexão, ação nas artes e na ecologia num sítio em Samauma, na Serra do Mar. “Idílio – pequena poesia”, “Horas ir” e “Canto da manhã” estão no repertório.

 

Mineiro de Almenara, na pequena cidade do vale do Jequitinhonha, Lima Júnior deu início à sua carreira de compor e cantar. “Bordados” é trabalho inspirado no oficio das bordadeiras que, no seu silêncio, a cada ponto, a cada linha, revelam a beleza e o encantamento com a vida. Em “Curvas medievais” o músico presta homenagem ao violeiro Elomar, com sua participação e do também baiano Roberto Mendes. Na edição ainda tem “Primeira Pessoa” e “Nem o céu é o limite”.

 

O título do disco dá duas pistas. A primeira é o número de trabalhos gravados: XI. A segunda o ano de nascimento do artista: 1987. Filipe Catto ganhou fama ainda muito jovem na mpb, com samba e tango moderno. Com o tempo partiu para o jazz, o rock e o bolero. Em “Catto XI – 1987” ele afirma: “Este disco é uma celebração do meu retorno de Saturno. Meu brinde à beleza absoluta de tudo. Minha indulgência. O privilégio de poder contar com compositores e colaboradores que eu amo e admiro em todos os níveis”. Duas músicos escolhidas por Solano são de Rômulo Froes e César Lacerda: “É sempre o mesmo lugar” e “Faz parar”. Outra é do mesmo Rômulo Fróes com Nuno Ramos: “Como um raio”. “Torrente” é assinada por Catto e Fábio Pinkzowiski.

 

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Solano Ribeiro e a nova música do Brasil.
Domingo, 23 de setembro de 2018, às 14 horas.
Reapresentação: segunda-feira, 24 de setembro de 2018, às 9 e às 21 horas.
Cultura FM – Domingo, 23 de setembro de 2018, às 23 horas.
Apresentação: Solano Ribeiro
Direção: Eduardo Weber

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