Supertônica

Sábado, às 22h na Cultura FM, às 9h e às 21h na Cultura Brasil
Domingo, às 16h na Cultura Brasil

Supertônica 
 Carlos Calado em edição crítica

Carlos Calado em edição crítica

"Para escrever sobre música você tem que estudar música e ter um grande interesse por música", afirma o jornalista em bate-papo com Arrigo.

Canção brasileira 
 Tiago Pinheiro em voz onírica

Tiago Pinheiro em voz onírica

Cantor e regente em conversa sobre sua relação "de berço" com a música. O canto popular e a prática musical no coletivo.

Violoncelo 
 Dimos Goudaroulis: o ofício do intérprete

Dimos Goudaroulis: o ofício do intérprete

Da Grécia antiga à música contemporânea, violoncelista grego radicado no Brasil fala de sua larga relação com o instrumento.

Piano nas alturas 
 Ricardo Peres, um pianista sem casaca

Ricardo Peres, um pianista sem casaca

Instrumentista e agitador cultural faz reflexões sobre o papel da música e a democratização da arte. O quadro Investigação Sobre o Gosto leva Chopin à Rua 25 de Março

Maestrina 
 Ligia Amadio, a mulher e a orquestra

Ligia Amadio, a mulher e a orquestra

Sensualidade gestual, o “pensar masculino” e o conhecimento do texto musical são temas dessa conversa em torno do universo feminino.

Independente 
 Riberti e o violão: da canção setentista

Riberti e o violão: da canção setentista

Cantor e compositor paulistano, começou carreira nos festivais de escola, aos 14 anos. Co-autor de “Velho ateu”, teve músicas na TV e no cinema.

Arte contemporânea 
 Agnaldo Farias: há sempre um copo de mar para um homem navegar

Agnaldo Farias: há sempre um copo de mar para um homem navegar

Uma conversa esclarecedora com o curador independente e professor da FAU para se compreender os caminhos da arte contemporânea.

Pastor de mil rebanhos 
 Gero Camilo: mirante e vertigem

Gero Camilo: mirante e vertigem

Veiculado originalmente em 2008, programa abre as janelas para o trabalho múltiplo do ator, dramaturgo, poeta e compositor cearense.

Sax composição 
 Mané Silveira: instrumental do Brasil

Mané Silveira: instrumental do Brasil

Ele integrou a fase 'efervescente' da música instrumental no início dos anos 1980. Tocou em metrô e, para se conectar com o público, nunca radicalizou.