A musa da vanguarda paulista

Arrigo Barnabé fala com a cantora nascida no interior de São Paulo e que integrou seu grupo Sabor de Veneno nos anos 1980.

DA REDAÇÃO 13/04/10 21:46 - Atualizado em 13/04/10 21:46

Vânia Bastos durante o 9o Festival de Inverno Paranapiacaba São André (SP), em julho de 2009. (Beto Garavello / PSA)

“Eu conclui que eu tinha que me virar no palco. E que eu tinha que me virar sozinha!”

Natural de Ourinhos (SP), tinha Londrina como “megalópole”. Ensaiava no banheiro do colégio algo do repertório da Wanderléa, que sonhava apresentar num programa da TV Coroados, Paraná.

Estudou Ciências Sociais enquanto também aprendia música. Na Escola de Comunicação e Artes (ECA/USP), conheceu o repertório contemporâneo. Chegou a gravar Luciano Berio.

Vânia e Arrigo começaram profissionalmente juntos em 1979, no Festival da TV Cultura. “Você me jogou na fogueira”, Vânia recorda. “A primeira vez que eu cantei solo ao seu lado tinha na plateia simplesmente Caetano Veloso e Gilberto Gil, toda a MPB que você calcula”, lembra. Arrigo completa: “Paulinho da Viola também estava lá”.

Neste programa, gravado em 2006, Heitor Villa-Lobos é alvo da investigação sobre o gosto. O “Quatour” foi ouvido junto aos fiéis da “Bola de neve Church”, em Perdizes, São Paulo.

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