Cris Aflalo e Luiz Waack

Ela é neta de Xerém – “o precursor das coisas do Nordeste” – e se orgulha muito disso. Cresceu ouvindo clássicos do jazz. Cris Aflalo deixou-se impregnar de Jobim e Gismonti. Em seus trabalhos, tornou-se cúmplice do violonista e compositor.

da redação 18/12/09 00:00 - Atualizado em 18/12/09 00:00

Ela é neta de Xerém – “o precursor das coisas do Nordeste” – e se orgulha muito disso. Cresceu ouvindo clássicos do jazz. Cris Aflalo deixou-se impregnar de Jobim e Gismonti. Em seus trabalhos, tornou-se cúmplice de Luiz Waack. Interpretou músicas do avô, em álbum-homenagem. Desenvolveu-se como compositora em segundo disco.

Luiz Waack é violonista e compositor. Como produtor musical, desempenha trabalho orgânico e intuitivo. “Ele tem uma carreira brilhante na área instrumental – e não é porque gravou comigo”, diz Arrigo. “Você acompanhou o Itamar e a Marisa Monte!”, lembra.

Nesta edição, o papo descontraído com os parceiros musicais se complementa com a investigação sobre o gosto. Na Abrata, os familiares e amigos de portadores de transtornos afetivos escutam Derek Bermel: “Voices”, peça de 1997 para clarinete e orquestra.

“Eu tento moldar uma sensação que a Cris me transmite”, diz Waack. “Às vezes, o violão sugere algo para a voz.” Aflalo já cometeu o ato falho de declarar: “O meu violão é a voz dele”, confessa.


[ ] Programa apresentado no dia 18 de dezembro de 2009.

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