Do Samba Paulista: Douglas Germano

Compositor fala sua fonte de invenção musical

11/02/20 15:37 - Atualizado em 11/02/20 15:39

Ainda criança, ele brincava com os instrumentos musicais do pai, percussionista. Aos 12 anos, ele se encantou com a bateria da escola de samba, até passar a fazer parte do naipe de repiniques da Nenê de Vila Matilde.  Nas manhãs de domingo, ele ouvia discos com o pai, acompanhando as gravações aos instrumentos, como o cavaquinho.

 

Estudou violão com Ruy Weber. Seu processo de composição tem início nos anos 1980.

 

Em 1991, Douglas Germano passa a trabalhar com música de cena para o teatro. Nos anos 2000, inicia longa parceria com Kiko Dinucci, em projetos como o Bando Afro Macorrônico e o Duo Moviola.

 

Com três álbuns autorais (Orí, Golpe de Vista e Escumalha), Germano, neste programa gravado em janeiro de 2020, trata dos ritos de passagem da bateria, da forte referência do pai e de sua metodologia de criação, entre outros assuntos.

 

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