Zeca Baleiro: entre o Maranhão e o Mundo

Cantor e compositor trata de suas origens e projetos

29/01/19 12:46 - Atualizado em 29/01/19 12:48

“A ideia era experimentar. A gente não queria fazer canção emocionada. Depois, naturalmente nos rendemos ao fascínio da canção que toca no rádio.”

 

Ele fala numa nostalgia da infância no interior profundo do Maranhão. Em Arari, todas as brincadeiras de rua envolviam música. Cresceu com as lendas do Rio Mearim (hoje famoso pelo surf na pororoca). “A gente ia dormir e ouvia os terreiros do outro lado do rio”, lembra. Esse imaginário é parte integrante de sua obra.

 

O Maranhão tem mais de 60 ritmos. No início, Zeca e seus amigos participavam das festas populares na intenção de entender as linguagens. Bumba-meu-boi e tambor de mina são duas das tradições que vieram a servir como matéria prima para o diálogo com rock, hip-hop. “Havia uma tentativa de diálogo.”, diz.

 

“A minha música não é regional, quem é regional sou eu. Ela quer dialogar com o mundo.”

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