Filó: quase sem palavras

Instrumentista comenta sua discografia, explica a origem do título de seu novo álbum e revela sua paixão pela França, país onde morou, tocou e compôs.

Vilmar Bittencourt 28/10/10 19:20 - Atualizado em 28/10/10 19:20

O cantor, compositor e instrumentista Filó Machado. (Divulgação)

Das 14 faixas de Ubida, álbum de Filó Machado, apenas quatro têm letra. Utilizando a técnica scat singing, o cantor, compositor e violonista apresenta temas com inspiração jazzística, sem barreiras de idioma. Para isso, Filó contou com participações de instrumentistas brasileiros e estrangeiros bambas no gênero norte-americano.

Com instrumentações que vão do solo ao quinteto, Filó Machado colaborou com músicos como os pianistas Cesar Camargo Mariano e Kenny Barron, o trombonista Steve Turre, o baixista Nilson Matta, o violonista Romero Lubambo e o baterista Paulo Braga em sessões de gravação realizadas em Nova Jersey e São Paulo.

No TodaMúsica, Filó Machado comentou brevemente sua discografia, explicou a origem do título “Ubida” e revelou sua paixão pela França, país onde morou, tocou e compôs. Lá, Filó escreveu temas como “La cave de Jafet” e “L’habitant du ciel” presentes no CD.

O TodaMúsica com o álbum Ubida toca “Campagne de Dedè”, “Marco zero”, além das quatro raras canções presentes no repertório: “Jangada de João”, o clássico “Bárbara”, de Chico Buarque e Ruy Guerra, “Efêmera paixão” e “Manhã mineira”, parceria com Judith de Souza.

No bônus, com trechos da entrevista não incluídos na edição final do programa, Filó lembra seu ingresso no universo do jazz e comenta sua composição feita em homenagem aos músicos baianos Lazzo e Jorjão Bafafé.
 

 

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