Na contramão, com balanço

Marco Mattoli, voz e guitarra do Clube do Balanço, comenta o terceiro disco do grupo, Pela contramão.

Vilmar Bittencourt 03/05/10 00:00 - Atualizado em 03/05/10 00:00

Time completo: o Clube do Balanço em foto de divulgação do álbum Pela contramão (2009) no Viaduto Santa Ifigênia, em São Paulo. Mattoli é o quinto da esquerda para a direita. (Nino Andres)

Para Marco Mattoli, o Clube do Balanço tornou-se uma instituição de São Paulo. Comemorando dez anos de existência do conjunto em 2009, seu líder lançou Pela contramão, terceiro álbum do grupo que se dedica ao samba-rock. Mais autoral do que os dois anteriores, o CD apresenta repertório produzido por seus integrantes que colaboraram em canções e temas instrumentais.

Para o TodaMúsica, o cantor, guitarrista e compositor Marco Mattoli confessa que a moda de samba-rock, resultado da insistência do Clube do Balanço em abordar o gênero, não o agrada. Por isso, o título do trabalho comemorativo encerra uma atuação contra a corrente.

O TodaMúsica com o CD Pela contramão toca “E como o vento foi embora”, parceria de Marco e Tereza Gama, vocalista do Clube; “Pra não dar bandeira”, instrumental de Marcelo Maita, que recebeu arranjo do trombonista Tiquinho ao modo de Glenn Miller, e “Preta rara”, colaboração de Mattoli com aquele que é considerado o sócio número um do Clube do Balanço, o “guitarreiro” Luis Vagner.

O bônus com trechos inéditos da entrevista traz a descrição do processo de criação do Clube ao encarar um novo ou antigo tema, revelando sua fórmula relaxada para alcançar o melhor resultado interpretativo. Entre trechos da entrevista não incluídos na edição final do programa, está o que Marco Mattoli fala do mestre da “black music” brasileira, Carlos Dafé.



[ ] Apresentado no dia 5 de maio de 2010.

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